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Observatório de Conflitos

Metodologia do Observatório de Conflitos

Este documento tem como objetivo apresentar as diretrizes do núcleo Observatório de Conflitos, parte integrante do Grupo de Pesquisa em Política Internacional, Segurança e Defesa (NPSeD) do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais (PPGRI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Missão

O Observatório de Conflitos tem como missão ser um repositório de monitoramento dos principais conflitos armados em atividade no mundo, produzindo informes de interesse não apenas de estudantes e pesquisadores, mas também de um público mais amplo que busca compreender as dinâmicas geopolíticas que podem interferir em suas vidas.

Utilizando linguagem clara e acessível, mas sem perder o rigor acadêmico, nossos textos buscam descrever, contextualizar e atualizar periodicamente os conflitos a partir de fontes jornalísticas e institucionais.

Nosso grupo de pesquisadores (Quadro 3) compreende que a ordem global vem sofrendo transformações decisivas, que a interdependência econômica entre as Nações é um caminho sem volta e que todo conflito armado, seja onde estiver ocorrendo, carrega o potencial de influenciar direta ou indiretamente a segurança e estabilidade do mundo em que vivemos. Compreender melhor esses conflitos, suas origens e desdobramentos é imprescindível para compreendermos os rumos civilizatórios da humanidade.

Público

O observatório serve a um amplo público:

  1. Pesquisadores nos campos de Relações Internacionais, História, Política Internacional e afins, que buscam suporte em suas produções acadêmicas.
  2. Jornalistas e veículos de comunicação em busca de informações confiáveis e atualizadas sobre os principais conflitos armados globais, suas contextualizações e desdobramentos.
  3. Organizações governamentais e não-governamentais à procura de informações que as ajude na formulação de seus documentos e propostas.
  4. Audiência não especializada que tem interesse em compreender a situação global no que diz respeito aos conflitos armados e seus desdobramentos na vida civil.

Como utilizar o Observatório?

Pela lista lateral, agrupada por categoria de guerra, é possível escolher o conflito e ver, no topo da página, o mapa de localização, a classificação, o status, os principais combatentes e a data da última atualização.

Além dessas informações imediatas, o público pode acessar um boletim detalhado com 5 seções:

  1. resumo explicativo e atualizado do conflito, apontando os atores envolvidos e seus objetivos;
  2. última atualização dos desdobramentos do conflito;
  3. histórico amplo da guerra, contextualizando as origens e os desdobramentos até o presente;
  4. histórico dos monitoramentos feitos até o presente;
  5. lista das fontes e referências.

Nossas fontes

Baseamo-nos em fontes secundárias recolhidas através de pesquisa documental. Construímos uma lista de fontes confiáveis através de consultas exaustivas, análise de literatura e experiência. Estas fontes incluem:

Sempre que possível, cruzamos informações de várias fontes para verificar a sua exatidão. Quando as informações sobre um conflito ou uma questão são escassas ou inexistentes, indicamos isso explicitamente.

Nossa metodologia

Nossa metodologia de pesquisa, definições e classificações seguem dois dos principais projetos que elaboram definições e quantificações sobre o estudo da guerra: o Uppsala Conflict Data Program (UCDP) e o livro “Resort to War, 1816-2007” dos autores Meredith R. Sarkees e Frank W. Wayman*.

* Sarkees, M. R.; Wayman, F. Resort to War, 1816-2007. Correlates of War series. CQ Press, Washington D.C. 2010

Conflitos armados = GUERRAS

Nossos critérios fundamentais para essa definição são:

  1. existência de combate sustentado/constante (diferente de guerras de violências unilaterais);
  2. identificação clara dos grupos armados organizados no confronto;
  3. identificação de objetivos políticos claros por parte dos atores do conflito.

Apesar do termo “guerra” ser recorrentemente utilizado ao lado de questões econômicas, ideológicas, culturais, tecnológicas, etc., o termo aqui refere-se a conflitos/combates armados de alta intensidade (com alto número de fatalidades consequentes de um combate contínuo), envolvendo geralmente Estados (ou organizações capazes de conduzir um combate contínuo), com objetivos políticos claros e reconhecimento internacional como tal. Isso também exclui outros tipos de crises e conflitos que envolvem violência armada. Em outros termos, a guerra é mais estruturada, politizada e reconhecida; enquanto a violência armada pode ser local, difusa, com objetivos menos claros ou puramente criminais. Nesse sentido, toda guerra é uma forma de violência armada, mas nem toda violência armada é uma guerra.

Uma vez identificados os participantes da guerra, a questão de “quem está lutando contra quem?” se transforma na tarefa de descrever o conflito de forma a identificar os principais combatentes. Isso é feito determinando quais dos envolvidos realizam a maior parte dos combates (chamado de the bulk of the fighting). À medida que as guerras se tornam mais complexas — envolvendo não apenas múltiplos atores estatais, mas também uma variedade de entidades não estatais —, a tarefa de classificar corretamente os conflitos torna-se mais desafiadora. Por isso, optou-se por usar o critério de qual parte foi responsável pelo maior número de mortes em combate como forma de identificar quem realizou a maior parte da luta. Essa definição garante que estejamos reconhecendo os participantes diretamente envolvidos na violência que constitui o cerne da guerra.

Tipologia

Classificamos os conflitos em quatro categorias principais:

  1. Guerras interestatais => guerras entre Estados
  2. Guerras extraestatais => guerras entre um Estado e forças não-estatais fora deste Estado
  3. Guerras intraestatais => guerras dentro de Estados
  4. Guerras não-estatais => guerras entre atores não-estatais fora das fronteiras de um Estado

Essa primeira distinção baseia-se no status dos atores da guerra e na territorialidade do conflito.

Nossa metodologia permite que a guerra mude de classificação ao longo do tempo, a depender dos desdobramentos do conflito.

Seguindo o princípio da exclusividade mútua das guerras e a classificação das guerras com base na decisão sobre quais partes realizam a maior parte dos combates, conflitos envolvendo os mesmos atores, em um mesmo território, não devem aparecer simultaneamente em mais de uma categoria de guerra.

No entanto, pode haver mais de uma classificação no mesmo território, quando enfrentamos a questão das guerras múltiplas simultâneas. Isto é, há casos em que os Estados podem conduzir duas ou mais guerras contra adversários distintos dentro do mesmo território. Uma guerra INTERESTATAL pode coexistir no contexto de uma guerra civil internacionalizada ou guerra EXTRAESTATAL mais ampla, desde que os dois (ou mais) Estados lutem entre si, excluindo todas as outras atividades de combate na região imediata. Desta forma, pode coexistir uma sub-classificação de guerra, como descritas abaixo e esquematizadas no Quadro 1.

1. Guerras INTERestatais

Trata-se de uma guerra em que as forças armadas regulares de um Estado, que seja considerado membro do sistema interestatal, envolvem-se em combate sustentado com as forças de um ou mais Estados, resultando em mortes decorrentes da batalha. Contudo, a exigência de que um Estado assuma a maior parte dos combates de cada lado não exclui a possibilidade de outros atores também estarem envolvidos. Estados são frequentemente auxiliados por outros Estados, grupos rebeldes, ou entidades não estatais autônomas.

Quanto ao potencial de transformação da classificação do conflito, guerras interestatais podem dar origem a outras formas de conflito ou ser resultado delas. Estados têm intervindo com mais frequência em guerras civis de outro Estado, gerando guerras civis internacionalizadas. No entanto, se o interveniente passar a realizar a maior parte dos combates em nome dos rebeldes, a guerra torna-se interestatal; se, por outro lado, o interveniente assume o combate no lugar do governo, a guerra passa a ser extraestatal. Inversamente, uma guerra interestatal pode ser transformada em guerra extraestatal ou intraestatal se um dos Estados participantes se retirar do conflito.

2. Guerras EXTRAestatais

São aquelas em que um Estado está envolvido em combate prolongado fora de suas fronteiras contra as forças de uma entidade política não-estatal.

3. Guerras INTRAestatais

É um combate prolongado entre forças armadas organizadas que ocorre dentro dos limites territoriais de um membro do sistema estatal. A tipologia inclui 3 subcategorias de guerra intraestatal: guerras civis, guerras internas regionais e guerras intercomunitárias.

3.1 Guerra civil

Os conflitos armados categorizados como Guerra Civil possuem três critérios:

(1) internalidade;

(2) tipos de participantes;

(3) grau de resistência efetiva.

Internalidade refere-se à exigência de ação militar dentro das fronteiras do Estado. Em termos de participantes, as guerras civis envolvem a participação ativa do governo nacional. Ao abordar a questão de “quem está lutando contra quem”, é necessário que existam forças armadas organizadas em ambos os lados da guerra e que o combatente principal de um lado seja conduzido pelo governo nacional de um Estado. Em resumo, a guerra civil é um conflito militar sustentado que opõe o governo central a uma força insurgente capaz de oferecer resistência efetiva. Determinar quem é o governo pode ser complicado, por exemplo em casos de entidades rivais que reivindicam o direito de governar todo ou parte de um estado. Nesses casos, “o governo” é definido como as forças que, no início da guerra, controlavam de fato as instituições da nação, independentemente da legalidade ou ilegalidade de sua reivindicação.

A categoria de Guerras Civil também é comumente transformada em outro tipo e/ou internacionalizada. As guerras civis podem tornar-se internacionalizadas quando um Estado intervém ao lado do regime de outro Estado membro que luta contra insurgentes no seu território ou ao lado dos insurgentes. No entanto, caso o interveniente assuma a maior parte dos combates em nome do regime, a guerra passa a ser uma guerra extraestatal entre o interveniente e um grupo armado não estatal fora das suas fronteiras. No entanto, se o interveniente assumir a maior parte dos combates em nome do ator não estatal, a guerra civil original se torna uma guerra interestatal entre o interveniente e o Estado.

Quanto aos objetivos dos participantes não estatais, as guerras civis foram agrupadas em duas categorias com base nos motivos aparentes dos atores não estatais:

3.1.A Por controle central: as forças insurgentes procuram derrubar o regime nacional existente e substituí-lo por outro que seja mais receptivo aos seus interesses (materiais, culturais, religiosos, ideológicos, etc).

3.1.B Por questões locais: os insurgentes objetivam modificar o tratamento dado pelo regime nacional a essa região ou grupo específico de pessoas, seja para substituir o regime local por um mais favorável ou para se separar do sistema político estadual/regional/provincial mais amplo, a fim de estabelecer seu próprio regime.

3.2 Guerra Regional

Ocorrem dentro das fronteiras de um Estado; no entanto, são semelhantes à categoria das guerras não-estatais, na medida em que nenhum dos principais participantes na guerra (que conduzem a maior parte dos combates em cada lado) é um governo central. Portanto, em praticamente todos os aspectos, as guerras regionais intraestatais funcionam como guerras civis, mas o que lhes confere uma identidade distinta é o fato de que o principal combatente de um dos lados da guerra é um governo local ou regional (e não o governo nacional).

3.3 Guerra Intercomunitária

Uma guerra entre forças não governamentais dentro de um Estado. Em muitos aspectos, são semelhantes às guerras civis; no entanto, também são semelhantes à categoria de guerras não-estatais, na medida em que nenhum dos principais participantes na guerra (que conduzem a maior parte dos combates em cada lado) é membro do sistema ou governo regional ou local.

4. Guerras NÃO-Estatais

Trata-se de guerras entre dois ou mais combatentes, sendo que nenhum destes é membro do Estado. O que distingue esta categoria das guerras intraestatais regionais e intercomunitárias é que, neste caso, as guerras não ocorrem dentro das fronteiras de um determinado Estado. Em outras palavras, trata-se de guerras que ocorrem além das fronteiras dos Estados existentes, e que não envolvem os governos estaduais ou regionais no conflito.

Quadro 1: Tipologia de guerras do Observatório de Conflitos

CATEGORIASUBTIPODESCRIÇÃO
1.Guerra Interestatal–Estado(s) x Estado(s)
2.Guerra Extraestatal–Estado(s) x ator não-estatal fora de seu território (ex.: ex-colônias, grupos insurgentes estrangeiros).
3.Guerra Intraestatal3.1 Guerra Civil: por controle centralGoverno x grupos armados Disputa pelo controle do Estado.
3.Guerra Intraestatal3.1 Guerra Civil: por questões locaisGoverno x grupos armados Lutas por autonomia, secessão ou causas regionais.
3.Guerra Intraestatal3.2 Guerra RegionalAtor subnacionais x grupos armados Restrito a determinadas regiões de um país.
3.Guerra Intraestatal3.3 Guerra IntercomunitáriaConflito entre grupos comunitários, étnicos ou religiosos, sem participação direta do governo.
4.Guerra Não-Estatal–Conflito armado entre atores não estatais (grupos armados, gangues, milícias), sem envolvimento direto do Estado.

A questão da internacionalização (proxy war)

Uma proxy war (ou guerra por procuração) é um tipo de conflito em que dois ou mais atores externos com interesses geopolíticos no conflito (geralmente Estados) apoiam facções ou grupos nacionais/locais em um país terceiro, sem se envolver diretamente com tropas regulares no campo de batalha. Em vez disso, os interesses estratégicos desses atores são representados (“procurados”) por aliados locais, como governos, rebeldes, milícias ou facções armadas. Como nossa classificação baseia-se no status dos participantes, principalmente pela identificação dos principais combatentes, uma proxy war não é uma categoria separada no Observatório de Conflitos, mas uma dinâmica que pode estar presente dentro de diferentes categorias (Quadro 2).

O conflito caracterizado como proxy war será simbolizado com o símbolo ✭.

Quadro 2: Comportamento das proxy wars na tipologia de guerras do Observatório de Conflitos

CATEGORIASUBTIPOCOMO A PROXY WAR PODE APARECER
Guerra Interestatal–A proxy war pode evoluir para uma guerra interestatal quando o apoio externo de um Estado se torna direto e faz dele um combatente principal.
Guerra Extraestatal–Se um Estado combate grupos apoiados por potências externas.
Guerra IntraestatalGuerra CivilQuando potências estrangeiras apoiam o governo ou grupos rebeldes, influenciando o conflito interno.
Guerra IntraestatalGuerra RegionalSe o conflito ocorre em uma região específica, com envolvimento externo indireto.
Guerra IntraestatalGuerra IntercomunitáriaQuando grupos étnicos/religiosos recebem apoio externo, ampliando disputas locais.
Guerra Não-Estatal–Se dois grupos armados locais (ambos não-estatais) são apoiados por potências externas.

Status do conflito

O Observatório destaca dois critérios de classificação dos conflitos:

  1. Status Político do Processo (SPP)
  2. Nível de Violência (NV) (definição em elaboração)

1- Status Político do Processo (SPP)

  • Conflito ativo: em andamento com uso recorrente e/ou recente da força armada, independentemente da existência de negociações. Inclui: ataques frequentes, escaladas recentes, negociações ainda sem impacto direto na redução da violência;
  • Conflito suspenso: interrupção significativa da violência (sem combates regulares), mas sem resolução política definitiva. Inclui: cessar-fogo formal ou informal; sem acordo final; ataques esporádicos que não configuram retomada plena da guerra;
  • Conflito finalizado: encerramento da violência por um acordo final.

Nossos boletins

Para cada boletim, oferecemos um texto com um quadro de caracterização do conflito e 5 seções:

Quadro - Destaque para o nome do conflito, status, atores principais, período e última atualização.

Seção 1 - SÍNTESE

Resumo breve explicativo e atualizado do conflito, apontando sua classificação, seu status, os atores envolvidos e seus objetivos. Ao final da seção, o leitor tem a opção de pular direto aos detalhes da última atualização da guerra (Seção 3);

Seção 2 - HISTÓRICO DO CONFLITO

Nessa seção, o boletim apresenta um histórico amplo do conflito, contextualizando as origens históricas, as motivações primeiras dos atores envolvidos e a cronologia dos desdobramentos da guerra até o momento da última atualização. Todo o corpo do texto é composto por hyperlinks direcionados a referências de fontes ou a aprofundamentos de termos e conceitos, conectando outros boletins e outras páginas do NPSeD;

Seção 3 - ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO

Na última parte do boletim, a pesquisa atualiza os acontecimentos do conflito, destacando seu status e apontando para possíveis novos desdobramentos.

Seção 4 - HISTÓRICO DE MONITORAMENTO

Histórico dos monitoramentos já feitos no boletim, com data e principais atualizações.

Seção 5 - FONTES E REFERÊNCIAS

Lista completa das fontes e referências utilizadas na formulação do boletim.

Exemplo de quadro de caracterização:

Irã, Estados Unidos e Israel

Guerra Interestatal

Status: Ativo

Atores principais: Forças Armadas iranianas e Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC); Forças Armadas dos Estados Unidos; Forças de Defesa de Israel

Atualizado em: ago, 2026

O resumo explicativo de cada conflito foi elaborado com o fim de dar destaques a alguns pontos centrais:

  1. Identificação básica do conflito: Introdução geral, a partir da: localização geográfica, caracterização e status, principais atores envolvidos e uma breve atualização, se for o caso.

  2. Contexto Histórico e causas do conflito: Sobre as origens históricas e antecedentes, as causas estruturais e as conjunturais. Qual o estopim do conflito? Disputas territoriais, rivalidades étnicas, interesses geopolíticos, fatores econômicos, colapso institucional? Qual o território disputado (se for o caso)? Quais são os interesses dos atores beligerantes? Como se deu, se for o caso, a participação de atores externos?

  3. Dinâmica do conflito e Resposta Internacional: Destaque para as fases e marcos importantes do conflito ( início das hostilidades, escaladas, intervenções internacionais, acordos de paz, cessar fogo), assim como eventuais táticas e estratégias relevantes (guerra convencional, guerrilha, guerra híbrida), e as alianças regionais ou internacionais envolvidas, seja por envolvimento de atores externos (outros países), seja na atuação de organizações internacionais (ONU, OTAN, OEA).

  4. Situação atual e perspectivas: Destaque aos detalhes dos últimos desdobramentos do conflito, seja pelo aumento ou diminuição da violência, seja pela mudança da classificação ou status da guerra (suspensão das ações militares, processos de paz, reconstrução, acordos de paz, cessar-fogo, etc).

Equipe

Quadro 3: Equipe do Observatório

NPSeD — Núcleo de Pesquisa em Política Internacional, Segurança e Defesa

DIRETORIA: Danielle Jacon Ayres Pinto e Graciela de Conti Pagliari

Observatório de Conflitos

NomeFunção
Ana Clara Candido LeffeckPesquisadora
Augusto SponchiadoPesquisador
Brenda Luísa LopesPesquisadora
Caio Bettini Gomes MacielPesquisador
Pedro Henrique Silva de CordovaPesquisador
Rafaela Johann MarczalPesquisadora
Roberto WilloughbyPesquisador
Lucas FerreiraSupervisor
Mariana GuanabaraSupervisora
Rodrigo Mac NivenSupervisor
Stela DantasSupervisora
Danielle Jacon Ayres PintoSênior
Graciela de Conti PagliariSênior

Contribuições

Este grupo integra um esforço acadêmico voltado a contribuir para a sistematização e a disponibilização de informações sobre o acompanhamento e o monitoramento de conflitos armados contemporâneos. Trata-se de uma iniciativa em fase inicial de desenvolvimento, cujo aprimoramento dependerá, em grande medida, do diálogo contínuo com a comunidade acadêmica e demais interessados no tema. Nesse sentido, críticas, sugestões e contribuições são altamente bem-vindas e podem ser encaminhadas para o e-mail [email protected].

Saiba mais sobre o núcleo na página Sobre.


Versão 1 · outubro de 2026

Histórico de versões

VersãoDataAlterações
v1out/2026versão inicial

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